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Paralisação do sindicato dos servidores de Paulínia tem pouca adesão e fracassa 

Políticos de esquerda e de outras cidades defendem a suspenção de serviços públicos

11/11/2025 às 10h45
Por: Zatum Notícias Fonte: Da Redação
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Paralisação teve a participação de poucas pessoas (Crédito: Zatum Imagem)
Paralisação teve a participação de poucas pessoas (Crédito: Zatum Imagem)

A paralisação convocada pelo STSPMP (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Paulínia), para ser realizada nesta terça-feira (11), teve adesão considerada baixa. Aproximadamente 20% dos serviços oferecidos pela Secretaria de Educação foram prejudicados, conforme levantamento da reportagem junto à prefeitura. 

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Uma servidora, que pediu para não ter a identidade informada por temer represálias, criticou as posturas do sindicato. “Na minha opinião, o chamado para parar foi radical e fora do tom. Queremos os nossos direitos respeitados. No entanto, não vamos chegar a lugar nenhum prejudicando os moradores. Acredito que o diálogo responsável é o caminho mais adequado”, afirmou. 

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Imagens de drone registraram que aproximadamente 80 pessoas se reuniram na Avenida José Paulino, na região central. Do universo de cinco mil servidores públicos, o número de pessoas de braços cruzados, no Centro, equivale a aproximadamente 7,5% do total de trabalhadores. 

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Políticos de esquerda e de outras cidades, como o vereador Gustavo Petta (PC do B), gravaram vídeos defendendo a paralisação, que, apesar de pequena, tem gerado alguns transtornos para a população que reside em Paulínia. 

“Tive que deixar meu filho com a avó que está doente. Comecei há pouco tempo em um trabalho novo e não posso faltar”, disse a manicure Beatriz dos Santos, de 38 anos. 

A direção do sindicato é contra as propostas para reformular o PCCV (Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos) apresentadas pelo Poder Executivo. A administração criou uma consulta pública, para que todos os cidadãos pudessem opinar. Aproximadamente 200 pessoas enviaram seus posicionamentos.

O atual PCCV, criado na gestão de Dixon Carvalho, tem sido duramente criticado por servidores da saúde e do operacional. Cerca de 900 funcionários defendem o atual PCCV, enquanto aproximadamente quatro mil trabalhadores defendem a reformulação, para que mais profissionais sejam contemplados com melhorias. 



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