
O júri popular realizado no Salão do Júri da Cidade Judiciária de Campinas terminou na quarta-feira (1º) com a condenação de Kaique Araujo Barboza a 22 anos de prisão pelo assassinato do historiador Gilberto Pereira Schneiker.
Kaique foi considerado culpado pelos crimes de homicídio com meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de ocultação de cadáver. A defesa do réu, representada pelo advogado Marcel Godinho, já anunciou que irá recorrer da sentença, alegando que a pena foi exacerbada e buscando sua adequação.
O crime aconteceu em setembro de 2023. O corpo de Gilberto, de 31 anos, foi encontrado no dia 10, em uma área de mata próxima à Marginal Capivari, na Vila Mingone, com marcas de violência. A vítima, que era historiador formado pela Universidade Estadual de Campinas, apresentava ferimentos graves na cabeça e outras lesões pelo corpo. Duas pedras com vestígios de sangue foram apreendidas pela polícia no local.
Kaique teve a prisão preventiva decretada e foi detido no dia 15 daquele mês, após a Polícia Civil receber uma denúncia sobre seu paradeiro. Segundo as investigações, o suspeito confessou a autoria do crime em interrogatório, narrando detalhadamente a execução do historiador.
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