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Petistas e comunistas do sindicato dos servidores de Paulínia querem prejudicar a população com paralisação dos serviços públicos na próxima terça-feira

Administração propõe mudanças para corrigir PCCV anterior, que beneficiou 900 de 5 mil servidores

05/11/2025 às 21h25 Atualizada em 05/11/2025 às 22h36
Por: Zatum Notícias Fonte: RAONI ZAMBI
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Paralisação prejudica todos os moradores da cidade (Crédito: Zatum Imagem)
Paralisação prejudica todos os moradores da cidade (Crédito: Zatum Imagem)

O STSPMP (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Paulínia), cuja direção é alinhada a membros do PT (Partido dos Trabalhadores) e PC do B (Partido Comunista do Brasil), articula uma paralisação para a próxima terça-feira (11). O movimento contesta o novo PCCV (Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos) proposto pelo Executivo. Clique aqui, entre em nosso grupo de WhatsApp e receba as principais notícias da região em seu celular. 

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Os servidores públicos de Paulínia são reconhecidos por terem salários entre os mais altos do país, reflexo dos serviços prestados à população. Visando modernizar a estrutura e promover "mais igualdade e justiça", o Poder Executivo apresentou um projeto de lei para alterar o plano vigente.

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Segundo a administração municipal, o PCCV atual, criado na gestão do ex-prefeito Dixon Carvalho, beneficiou majoritariamente uma pequena fatia de servidores, com foco em cerca de 900 dos 5 mil funcionários, beneficiando principalmente os professores. A finalidade do novo projeto é contemplar o conjunto total dos trabalhadores e corrigir desequilíbrios históricos.

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A gestão atual alega que a proposta visa melhorar as condições de trabalho e os serviços entregues à população, e que o novo texto teria melhor aceitação entre categorias como as do operacional e da saúde, que historicamente se opuseram ao plano da gestão Dixon. O projeto de lei pode ser consultado na íntegra no Semanário da última sexta-feira (31).

A atual diretoria do sindicato, que enfrentou desgaste nos últimos anos devido a gestões anteriores marcadas por investigações e derrotas judiciais, além de paralisações longas como a de 2011, busca agora apoio político externo.

Críticos da entidade apontam que, sem conseguir dialogar com a base, a direção recorreu a políticos de outras cidades, como Pedro Tourinho (PT) e a vereadora Fernanda Souto (PSOL). Ambos gravaram vídeos sobre o tema "desconectados da realidade" local, e postaram em suas redes sociais. A crítica é que, sendo pré-candidatos em seus respectivos redutos, os esquerdistas estariam usando a pauta de Paulínia para ganhar visibilidade política, sem medir o impacto de uma eventual paralisação dos serviços.

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