
Com frequência, capas das edições impressas do Zatum Notícias são alteradas por covardes. Se fizessem e mostrassem o rosto, como faço com os textos que escrevo e assino, teriam o meu respeito.
Mas criar fake news e se esconder é coisa de covarde. Não há outra forma de denomina-los.
A notícia triste para tais canalhas é que eu descobri quem são os dois falsificadores e propagadores de notícias falsas. O caso, em breve, vai virar caso de polícia. Fora que vou usar a minha coluna, com nome, foto e outras coisas que, no momento certo, serão tornadas públicas.
Um dos pulhas afirma ser jornalista, mas nunca leu um livro na vida. Não sabe sequer usar crases. Regularmente, o boçal separa sujeito e verbo com vírgula nós textos sofríveis que escreve. Ou seja, é um completo despreparado para exercer o ofício. Nem as regras mais simples do idioma de Camões o abjeto conhece.
Não dominar a norma culta, principalmente num país onde o acesso à educação é precário, não é vergonha ou demérito algum. Mas não é o caso. Trata-se de um preguiçoso, que não estuda por desídia.
O outro é no máximo um fotógrafo medíocre, tacanho, falso, cínico e burrinho de dar pena. Fora que, como servidor público, é um vagabundo. Ele é bom apenas em bandolear no horário de trabalho, e usar equipamentos públicos, como computadores, para fabricar fake news.
Além disso, também em horário de trabalho, essa criatura tem o hábito de sair para namorar, até com secretarias de gatunos e desviadores de tudo quanto é coisa.
As provas dos crimes estão em minhas mãos. Agora, aguardem as consequências da irresponsabilidade e insanidade que cometeram adulterando as capas do Zatum impresso.
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