
Em um jogo no qual a marcação foi o grande destaque do primeiro tempo e as chances reais apareceram na etapa complementar, a Ponte Preta empatou sem gols com o Atlético-GO e somou mais um ponto na competição, em jogo válido pela vigésima nona rodada da série B do Campeonato Brasileiro, na casa do adversário.
O resultado faz com que a Macaca durma na oitava posição, a três pontos do G4, mas a tabela ainda pode mudar, no complemento da rodada.
Além de duas boas chances, de Roger e do estreante Araos, o destaque do jogo foi o goleiro Ygor Vinhas, invicto no gol da Macaca. O placar levou a Ponte a uma sequência de três partidas sem perder e a expectativa agora é vencer em casa no próximo sábado (19), quando a Ponte enfrenta em casa o líder Bragantino.
“Na noite desta segunda foi um ponto que a gente somou. Claro que as rodadas vão diminuir, mas não vamos desistir, temos duas decisões em casa. Nossa equipe está forte no Majestoso, se impondo em Campinas, e espero que isso possa ocorrer de novo. Temos que fazer valer nossa casa, nossa torcida, nossa tradição. O primeiro passo é conquistar três pontos no sábado, temos que pensar em vitória pra ver onde iremos chegar”, disse o treinador Gilson Kleina.
Ponto fora de casa
GK acrescenta que é preciso, sim, valorizar o ponto conquistado contra o oponente de ontem. “Quando você empata um jogo desses, não é só somar um ponto, mas também tirar dois do adversário, que é um concorrente direto. Agora o Atlético tem dois jogos fora e nós, dois dentro, que não são fáceis, mas precisamos vencer. Talvez tenhamos de lamentar o ponto do Oeste, quando estávamos próximos da vitória, mas se buscarmos os três pontos contra o Bragantino, há confrontos diretos e a distância pode reduzir, podemos conseguir. Mas o primeiro ponto é vencer em casa, para entrar na hora certa no G4 e não sair mais.”
Sobre a partida em Goiânia Kleina avalia. “Conseguimos ter um equilíbrio importante contra o Atlético, tínhamos que tirar o ímpeto deles, que é um time muito agressivo. Era necessário fazer uma marcação para impedir as jogada pelos flancos deles, que são perigosas, e conseguimos segurar. Quando começamos a colocar bola no chão, fomos melhores. A estratégia era roubar bola e ter um homem a mais, teve momento em que isso ocorreu e em outros não, principalmente porque nos faltou profundidade do lado direito”, afirmou.
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