Cidades Coluna do Raoni

Cazellato não sabe falar com o povão!!! (Coluna do Raoni)

Tucano passa vergonha em entrevista

24/08/2019 15h49 Atualizada há 12 meses
Por: Zatum Notícias Fonte: Raoni Zambi
Cazellato, com as mãos entrelaçadas, demonstrando insegurança e medo (Crédito: flaming do vídeo)
Cazellato, com as mãos entrelaçadas, demonstrando insegurança e medo (Crédito: flaming do vídeo)

Esgrimir com as palavras

Saber discursar e, por meio das palavras, encantar e levar esperança é premissa básica para os políticos. Independente da ideologia, as pessoas mais poderosas do mundo são, normalmente, hábeis na arte de esgrimir com as palavras. O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, por exemplo, é capaz de empolgar com seu discurso plateias que sequer compreendem o inglês. 

Oradores

No Brasil, o ex-presidente Lula (PT), o atual mandatário, Jair Bolsonaro (PSL), o governador de São Paulo (PSDB), João Dória, embora divergentes em muitos aspectos, são reconhecidos como oradores que sabem vender, e muito bem, os seus peixes. Você pode até discordar radicalmente de qualquer um dos citados acima, mas não pode negar que eles sabem transmitir as mensagens que desejam e, principalmente, convencer. 

História

A história nos dá diversos casos de homens que desejavam governar e que se preparavam para encantar multidões com as palavras. No ano 64 a.C, em Roma, por exemplo, Quinto Túlio passou diversas orientações para seu irmão, Cícero, que almeja ser cônsul, para que ele “falasse com clareza” para agradar o povo. Quinto Túlio passou sugestões até sobre comportamentos e atitudes que seu irmão deveria ter perante o público. 

Local

Em Paulínia, o candidato a prefeito Du Cazellato (PSDB), na eleição suplementar no dia 1º de setembro, pelo que se nota, não está preparado nem para falar em público ou dar entrevistas.  Ele erra até em suas expressões corporais e faciais. Talvez seja por esses motivos que fuja dos debates. Cazellato quando discursa não passa confiança. Se ele tivesse que vender qualquer coisa para viver, com certeza, morreria de fome. Veja o vídeo abaixo!!!

Questões

Se um político não consegue nem passar suas ideias com clareza e bom senso, será que está preparado para governar? Se eleito, como vai dialogar com a população e pessoas que podem procurá-lo na prefeitura? Como vai transmitir o que pensa? 

Preparação

Na verdade, considero um desrespeito com o eleitor um político não se preparar para  comunicar-se com eficiência. Os eleitores desejam receber as informações dos candidatos com clareza e Cazellato, pelo menos nesse quesito, já começou muito mal. No vídeo, o tucano está com as mãos entrelaçadas, o que demonstra medo, insegurança e pouco conhecimento do que se diz.  

Desembesta 

Cazellato não teve a preocupação nem de expressar-se com transparência, clareza e coesão, apesar de estar há muito tempo na política. Ele desembesta a falar, na entrevista, e a sensação que fica é que ele não sabe o que faz ali e as ideias apresentadas não possuem ligação uma com a outra. 

Treinamento

Modestamente, sugiro que Cazellato faça, urgentemente, um curso de oratória, além de um treinamento para dar entrevistas, conhecido entre os profissionais de comunicação como  media Training. Cazellato tem em torno de si profissionais de comunicação excelentes, que estão entre os melhores da região. Tenho certeza que eles já deram essa orientação e o tucano achou “bobagem”. Agora, mostra despreparo, fora o mico de fugir dos debates e passar vergonha na frente das câmeras. 

Bons oradores

Em Paulínia, considero bons oradores o ex-prefeito Edson Moura (MDB), Fábio Valadão (PSDB),  Danilo Barros (PR), que são vereadores, o ex-parlamentar Kiko Meschiati (PRB) e Loira (DC), que sempre agrada por conta de sua simplicidade. Se Paulínia tivesse uma eleição somente com os cinco como candidatos, a população não estaria tão apática e neutra. Obrigado e até a próxima coluna!!!

Poder Zatum
Sobre Poder Zatum
Abordaremos a política e seus atores. O foco são as cidades da RMC (Região Metropolitana de Campinas). Raoni Zambi é jornalista formado pela Puc-Campinas, estudou comunicação política na USP (Universidade de São Paulo), trabalhou em jornais impressos diários, assessorias de imprensa, em campanhas eleitorais vitoriosas, coordena pesquisas eleitorais e foi assessor de políticos.