
Dom Sebastião, rei de Portugal em 1.578, um canalha/imbecil, foi aventurar-se numa guerra contra os Mouros e morreu, na Batalha de Alcácer-Quibir. O melhor seria ter ficado em Lisboa, capital portuguesa, e cuidado do reino. Seria a obrigação. Mas não, tomado pelo fanatismo e fervor católico, o parvo foi arrumar confusão. Fodeu-se, como diriam os desgraçados colonizadores. Tião, na linguagem popular, morreu e sumiu. Oh, Glória!!!
Os portugueses, esse povo maldito e metidos a conquistadores, com exceção de Camões, Eça de Quiroz, Fernando Pessoa e José Saramago, entre outras figuras da soberba literatura, em sentido simbólico e, de certo modo, literal, até hoje esperam a volta do monarca abestalhado que meteu-se numa luta inglória e, finalmente, foi parar no inferno. Bem feito. Trata-se do mito do sebastianismo. Lembra-te de algo, sobre mitos?
Tristemente, herdamos essa herança lusitana. Que maldição!!! Esperamos o “messias”, o salvador, mesmo sem condições objetivas para a utopia.
Mariana Conti, vereadora do Psol de Campinas, maconheira, - já fumamos juntos inúmeras vezes em carnavais e na frente de barzinhos em Barão - tentou ir pelo mar para para a Faixa de Gaza, para protestar contra o genocídio que Israel promove contra o povo palestino.
Benjamin Netanyahu iguala-se a Adolf Hitler, na perversidade. Mulheres, crianças e inocentes estão sendo covardemente assassinados. Uma hecatombe. Por outro lado, o Hamas é uma maldição. Terroristas.
No meio de tudo isso, tal qual Dom Sebastião, o rei supostamente gay e boboca, está a vereadora campineira drogadita e esquerdista, querendo meter-se em questões demasiadamente complexas para sua estatura. O Brasil tem o Itamaraty, com legitimidade e competência, para se manifestar sobre tais questões.
Fiquei sabendo que Mariana está passando fome em alto mar, depois da interceptação do exército do nazista de Netanyahu. Acho pouco. Deixaria aquela turma de arruaceiros, incluindo a chata da Greta Thunberg, uns dias sem água e comida, e depois mandaria para suas pátrias de origem, com chicotadas no lombo e bem macios.
A questão palestina é complexa, séria e não há espaço para lacração e aventureiros. Líderes dos Estados Nacionais são aqueles com obrigação e condições para intermediar. O resto, é resenha barata e conversa fiada.
Mariana tem que meter-se com o feminismo, com as violências contra as mulheres, contra os problemas de Campinas, cidade em que foi eleita e recebe um polpudo subsídio mensal.
Mas ela quer ser deputada, e precisa aparecer, lacrar, nem que seja às custas dos palestinos vilipendiados. É uma canalha oportunista. Estou atento, e te conheço de outros carnavais, maconheira.
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