
O prefeito de Mogi Guaçu, Rodrigo Falsetti (PSD), tem sangue de inocentes nas mãos. Como chefe do Poder Executivo, ele teria obrigação de realizar um planejamento para combater a proliferação do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue. No entanto, no final do ano passado, ao invés de estar trabalhando, ele preferiu viajar para passear na Europa.
Tristemente, o resultado não poderia ser pior: 21 pessoas morreram em decorrência da doença. Em nenhuma cidade da região houve esse caos. Para vencer a eleição, Falsetti “maquiou” o município e pelo visto, até aqui, cometeu um estelionato eleitoral. Nada do que foi dito durante o pleito está sendo cumprido pelo “prefeito turista”.
Além dos 21 óbitos, Mogi Guaçu teve 21.301 casos confirmados de dengue, até quinta-feira (17). Tais cidadãos sofreram, e muito, em razão da dengue. Na próxima eleição, que ainda está longe, tais eleitores vão se lembrar da calamidade que assolou a comunidade. Rodrigo sai da crise com a imagem enlameada de vermelho.
Para piorar, a Secretaria de Comunicação escondeu informações e não respondeu aos questionamentos do Zatum Notícias. A prefeitura não foi transparente, ao ficar em silêncio e esconder informações de interesse público.
Rodrigo ainda pode realizar gastos sem licitações. A Câmara, que também ficou caladinha, precisa agir. Os vereadores precisam honrar os votos, e os subsídios polpudos que recebem, e apurar como o prefeito usou recursos públicos no combate à dengue.
E a vida segue assim: Falsetti e sua patota fingem que está tudo bem, enquanto 21 famílias enlutadas sofrem com as perdas irreparáveis, cujo principal culpado é o irresponsável que foi eleito em outubro passado.
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