
Sumido
É mais fácil achar uma agulha no oceano do que encontrar o secretário de Transportes de Paulínia, João Victor Teixeira, em seu posto de trabalho, no Paço Municipal. Servidores públicos relataram que ele pouco aparece para dar expediente. O lado triste é que o indicado pelo vereador Fábio Valadão (PL) recebe a bagatela de R$ 13 mil mensais.
Juridiquês
Prolixo e conhecido por esbanjar um vocabulário repleto de termos jurídicos, Valadão sabe que é grave gastar dinheiro do povo com quem não trabalha, ou com incompetentes.
Fiscalização
Uma das funções do secretário “turista” seria fiscalizar o transporte público. No entanto, apesar de todos os absurdos e irresponsabilidades que a Viação Terra pratica desde que chegou na cidade, em janeiro de 2020, Teixeira não tomou nenhuma providência para amenizar os problemas.
Mandachuva
Para continuar no cargo Teixeira conta com o apoio do ex-Chefe de Gabinete Leonardo Ballone, que saiu do governo só no papel e para inglês ver. O sempre alegre e bem humorado Ballone ainda manda, e muito.
Sem coração
Em plena pandemia, o secretário de Transportes apresentou um edital, que resultará na contratação de uma empresa para realizar o transporte público em Paulínia, no qual os cobradores foram excluídos. Quando a vencedora da licitação começar a operar, provavelmente em junho, os motoristas serão os responsáveis por receber as tarifas.
Sem trabalho
Por conta dessa covardia, falta de respeito com o próximo e ato de vilania, cem famílias da cidade perderão parte de suas rendas durante um período de desemprego e crise econômica. Gostaria de entender como Fábio Valadão, Geraldo Ballone e o “viajante” conseguem dormir sabendo que serão os causadores da fome, desesperança e desespero de famílias paulinenses.
Canalhas e Psicopatas
Um ditado diz que canalhas são como os psicopatas. Tais criaturas abjetas não sentem nenhuma empatia pelo outro. Estamos falando de dignidade, comida na mesa, trabalho e sonhos. Para os três nada disso é importante quando se trata de famílias humildes.
Pelego
O sindicalista Izael Soares, em tese, deveria agir para defender os interesses dos motoristas e cobradores. No entanto, ele não está nem um pouco preocupado. Em um vídeo, que circula por grupos de WhatsApp, ao ser questionado sobre as demissões por um cobrador, o “vendido” diz com todas as letras que se trata de um caso “individual” e dá as costas ao trabalhador. Pelego!
Coluna publicada na versão imprensa do Zatum!
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