
Mesmo com um orçamento de R$ 400 milhões anuais para serem aplicados na saúde pública, o prefeito de Paulínia, Du Cazellato (PL), aos prantos, disse que “não temos mais o que fazer, só oração e proteção de Deus” para um padre da cidade, por meio de um áudio que circula em grupos de WhatsApp.
Situações graves exigem posicionamentos fortes e ações corajosas para a resolução dos problemas. Imaginem se Winston Churchill e Stalin chorassem quando as forças nazistam invadiram seus países. O que seria da população da Inglaterra e da União Soviética?
Cazellato, preste muita atenção: o senhor foi eleito para governar e apresentar soluções aos dilemas de nossa comunidade. Pare de chorar para o padre e faça alguma coisa, com urgência.
Como o senhor mesmo disse, no triste e melancólico áudio, o HMP (Hospital Municipal de Paulínia) entrou em “colapso”.
O momento é gravissímo. Precisamos de respostas. Aja, resolva, se vire, pelo AMOR DE DEUS!!!
E sabe o que me deixa irado? Em Paulínia, por mais absurdo que possa parecer, segundo um inquérito da PF (Polícia Federal) existem fortes indícios de que recursos públicos, que deveriam ter sido usados em um hospital de campanha, foram roubados por uma trupe de larápios.
De coração, se isso for verdade, espero que os ladrões paguem na cadeia, por longos e sofridos anos, e que ainda queimem eternamente no inferno, no lago de fogo e enxofre.
Orações fingidas e lágrimas de bandidos nunca me comoveram. Aqueles que roubaram dinheiro público destinado ao combate da pandemia estão com as mãos sujas de sangue de inocentes. Um dia vão pagar. A Justiça Divina nunca falha.
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