
O plano do Estado de São Paulo é enviar o envio das vacinas até sexta-feira. Esta é a previsão. O início da distribuição foi segunda-feira (18).
A logística prevista situa o Departamento Regional de Saúde- 7 (DRS) como o primeiro ponto da entrega, na metrópole. A parit de São Paulo, mais precisamente do DRS, os municípios vizinhos estariam recebendo.
O total de cidades para receberem o imunizante é 645. A meta é que até sexta (22) a distribuição esteja resolvida.
A qualidade das vacinas que serão distribuídas gera expectativa, tendo a Anvisa como pivô que valida a eficácia. No entanto, considerando ser um plano emergencial, a percepção é que a vacina seja a tábua de salvação.
Para deixar o tema mais complexo, existe dois laboratórios que estão distribuindo o imunizante: Oxford x CoronaVac.
A CoronaVac foi produzida em parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa SinoVac.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou as duas vacinas no domingo, (17). A vacina Oxford foi desenvolvida pela AstraZeneca. Com estas aprovações, o governo de São Paulo iniciou a distribuição, após a emblemática vacinação da enfermeira, evento emoldurado com holofotes midiáticos.
Além de todas essas questões de ordem técnica, o tema central neste momento é a logística de distribuição, que prevê fases para atender grupos prioritários.
As cidades envolvidas no plano devem esclarecer a população e preparar a infraestrutura. Os municípios de maior porte a distribuição exigirá maior empenho. Na Região Metropolitana de Campinas, as cidades de maior porte são: Americana (SP), Hortolândia (SP), Indaiatuba (SP) e Sumaré (SP).
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