
De um lado a vacina sem maturidade para atestar eficácia. O fator tempo para o desenvolvimento de uma vacina é necessário para que as análises clínicas ocorram. A comprovação científica da eficácia está condicionada ao tempo.
De outro lado temos o tratamento precoce, estigmatizado como o slogan: sem comprovação científica.
Se formos avaliar o peso das abordagens jornalísticas recorrentes é notório que existe tratamento editorial com viés tendencioso. A lente política está presente.
A forma de veicular as informações a respeito da pandemia também denota que a abordagem ressaltam os números de infectados e óbitos por cidade.
O tratamento da informação não tem dois pesos e medidas.
Qual é o motivo dos números de causos de cura não são os indicadores a serem evidenciados?
No caso do Covid-19, a casuística deveria sim ser levada em consideração para validar protocolos alternativos. A coerência deste conceito faz sentido.
Quando nos deparamos com a manchete: prefeituras da região de Campinas (SP) registraram nesta terça-feira (19) mais casos positivos e mortes provocadas pelo novo coronavírus. Veja, abaixo, números de infectados e óbitos por cidade, evidencia-se uma abordagem possível.
A manchete poderia ser: Prefeituras conseguem avanços em terapias preventivas. Acompanhem os números de vidas salvas.
O Ministério da Saúde reconhece os tratamentos preventivos. A OMS também já curvou-se às terapias que possam ser usadas assim que surgem os primeiros sintomas da covid-19.
As pesquisas baseadas em drogas diversas começam a ter resultados animadores.
Já encontramos resultados neste sentido, no entanto, somente as vacinas sem comprovação de eficácia são reconhecidas como as detentoras da salvação.
No interior paulista, Porto Feliz aparece com resultados positivos neste sentido. No entanto, a grande mídia não reconhece os números, apostando na abordagem que enaltece óbitos.
Os veículos de comunicação não consideram esta abordagem, estigmatizando as fontes que tratam essas informações com este viés.
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