
Para garantir segurança jurídica e atrair investimentos o Ministério da Infraestrutura apresentou os planos de ampliação e renovação da malha ferroviária brasileira no cenário de mais de 30 anos.
O plano apresenta as estratégias de financiamento e impulsionamento da economia por meio de melhorias logísticas adequado ao transporte de cargas de grande volume, como minério e produtos agrícolas, o transporte ferroviário.
O projeto é adaptável a todas as regiões do Brasil. Ambientalmente equilibrados, os trens de carga são tidos como o melhor custo-benefício energético para países de grandes dimensões.
Especialistas confirmam que esse tipo de transporte é perfeito para vencer grandes distâncias – característica marcante do nosso país. Pelo tipo de carga, pelo tipo de distância, podemos considerar as ferrovias o futuro da logística no nosso país”.
Em linhas gerais, o projeto contempla as modalidades de transporte conforme suas características geográficas, dimensões, distâncias e os tipos de carga que são transportados.
Considerando que o Brasil possui uma produção muito significativa de commodities – minerais ou de agricultura – transportadas a grandes distâncias, longe dos grandes portos, as ferrovias é a solução ideal.
O desafio é adaptar para as formas mais competitivas, como o modal ferroviário.
Segundo números do Ministério da Infraestrutura, o Brasil conta com apenas 15% de participação do transporte ferroviário no tráfego de grandes volumes de mercadoria e insumos no país. As rodovias têm cerca de 65% de participação.
Nos próximos posts vamos aprofundar os reflexos deste amplo plano logístico em nossa região e o que isso pode interferir na realidade das cidades da RMC.
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