Geral Economia

Plano de Retomada da Economia

O desafio da retomada econômica exige criatividade

14/09/2020 11h34
Por: Da Redação Fonte: Da Redação
Foto Agência Brasil
Foto Agência Brasil

As cidades que apresentarem planos de retomada da economia pós-Coronavírus, terão como garantir maior engajamento e segurança da população. 

Essa visão começa a entrar para os debates políticos com relação a propostas a serem implementadas e projetos de governo.

Acompanhando os indicadores que medem a incerteza econômica, segundo a FGV, as expectativas para a retomada da economia são capturadas pelo retorno gradual da atividade comerciais e do relaxamento de medidas de isolamento social imposta pela pandemia de covid-19.

Os indicadores ainda não sinalizam patamares considerados elevados, no entanto, as expectativas crescem em 26%. A sustentação do cenário de retorno gradual é um fôlego para investimentos principalmente em setores que mantiveram boa performance durante a crise, destacando construção civil, higiene, agro e fármaco.

O desafio dos gestores públicos é justamente como ativar o comércio local, atividades que estão diretamente relacionadas com o dia a dia da população. 

Este é o momento de direcionar projetos que destaquem a vocação das cidades e apontar soluções para que a população se engaje em iniciativas de fomento econômico considerando as características de cada região.

Inclusive, as análises que consideram a relação econômica entre as cidades, mapeando a dinâmica econômica envolvendo logística e serviços, devem ser estudadas para criar estímulos e indicar caminhos. 

As reformas no Congresso são balizadores com efeito em cascata, no entanto, cada município deve ter o seu plano. Criar parcerias com startups para fomentar redes de cooperação empresarial é necessário.

Estamos frente ao primeiro mês que indica bons ventos nos índices de expectativas. Momento favorável para escutar propostas pró ativas e criativas de políticas públicas. 

O componente de mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza na imprensa, recuou 6,5 pontos na prévia, para 137 pontos. O componente de expectativas, construído a partir das previsões dos analistas econômicos, recuou 2 pontos, para 200,6 pontos.