
Lamentavelmente, por essas bandas, a população recebe informações de jornais que não são dignos desse nome. Wilson Machado, por exemplo, proprietário da Tribuna de Paulínia, regularmente publica mentiras, as chamadas “fake news”, ataca desafetos políticos de forma rasteira e, com muito cinismo, age de forma assustadoramente ingrata, especialmente com as pessoas que mais o ajudaram.
Na edição de 24 de setembro, Wilson, além de escrever um texto pavoroso, mal escrito, repleto de erros de português, - um tapa na cara de outro Machado, o “de Assis” e honesto -, o Machado propagador de falácias afirma de forma categórica que o ex-prefeito Edson Moura tenta aplicar um “golpe político”, com a candidatura como deputado federal.
Antes de rebaixar o jornalismo à latrina, ao esgoto, com textos vergonhosos, do bueiro, Wilson Machado faria bem em lembrar que quem o ajudou a criar seu jornal foi justamente o alvo das meias verdades, mentiras e até calúnias.
Para o ingrato, o fato de Moura recorrer à Justiça Eleitoral é um "golpe". Nas democracias, em que prevalece o Estado Democrático de Direito, discordar de posicionamentos do MP (Ministério Público) ao Poder Judiciário é algo comum, normal e digno.
Usar os recursos previstos na Constituição Federal também significa respeitar as regras do jogo. Aliás, todo cidadão tem esse direito de constituir um advogado e correr atrás de seus direitos, em todas as instâncias do Poder Judiciário. Por isso, atribuir uma tentativa de golpe ao ex-prefeito é covarde, mentiroso e demonstra o caráter ingrato e mesquinho do Machado péssimo de texto, e muito desonesto com as palavras.
Além disso, Wilson afirma que Moura utiliza recursos públicos, do fundo eleitoral, em sua campanha, o que é mais uma “fake news''. Uma simples consulta no portal do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostraria para o “Machado não culto” que o candidato a deputado federal em questão não recebeu um real de recursos públicos. Jornalismo também se faz com apuração e checagem de informações.
Sobre as eleições de 2024, qualquer tipo de afirmação é no mínimo criminosa e leviana. Afinal, cabe à Justiça Eleitoral se pronunciar sobre quem pode ou não concorrer. Até lá, muita coisa vai acontecer, muita água vai passar por debaixo da ponte. Ou Wilson Machado tem uma bola de cristal?
Por fim, a vida é uma grande roda-gigante. E é da natureza do poder mudar de mãos. Quando isso acontecer, os ingratos terão o tratamento justo do qual são dignos.
Mín. 14° Máx. 26°