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Paulínia

A pedido do MP, Justiça bloqueia bens de Tiguila

Parlamentar alega que é alvo de falsas acusações que provará inocência na Justiça

23/10/2019 23h14Atualizado há 4 semanas
Por: Zatum Notícias
Fonte: Da Redação
Vereador alega que não cometeu nenhuma ilegalidade (Crédito: divulgação)
Vereador alega que não cometeu nenhuma ilegalidade (Crédito: divulgação)

O MP (Ministério Público) de São Paulo obteve junto ao Judiciário a concessão de medida cautelar bloqueando os bens do vereador de Paulínia Ademilson Jefferson Paes (PPS), o Tiguila, e mais oito pessoas.  Todos  foram denunciados pelos crimes de organização criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro. A denúncia foi aceita na mesma decisão de determinou o bloqueio dos bens.

Segundo o MP, os fatos ocorreram entre os anos de 2014 e 2015, quando os réus agiram junto com outros denunciados para enganar várias pessoas humildes por meio da simulação de venda de casas no Residencial Pazetti e em outros empreendimentos. As vítimas, atraídas pelo preço acessível, pela desburocratização da venda e possibilidade de pagamentos parcelados, foram enganadas e acabaram sendo lesadas pelo grupo criminoso, conforme consta na acusação. 

De acordo com a Promotoria, o golpe foi possibilitado com o envolvimento de Tiguila, de outros servidores públicos ainda não identificados e da entidade Frente de Defesa dos Direitos e Interesse Popular.

Ainda de acordo com a acusação, após a consumação dos crimes de estelionato e na posse do dinheiro obtido de forma criminosa, os réus passaram a ocultar e a dissimular a natureza, a origem, a localização e a disposição dos bens e valores provenientes dos crimes de estelionato. Eles depositaram e movimentaram o dinheiro entregue pelas vítimas em suas contas bancárias e adquiriram bens. A dissimulação do patrimônio obtido de forma ilícita foi desvendada a partir da quebra do sigilo bancário e fiscal dos denunciados. O bloqueio dos bens visa a, dentre outros fins, garantir o ressarcimento das pessoas lesadas, ao final do processo.

Os autos tramitam em segredo de Justiça. Os demais citados, como não são figuras públicas, não terão os nomes divulgados no Zatum. Caso eles enviem um posicionamento e queiram se manifestar, o espaço está aberto. 

Outro lado

Leia a nota enviada por Tiguila:

Ainda não fui notificado sobre a decisão da Justiça.  No entanto, afirmo com veemência que, além de absolutamente inocente, também sou vítima do referido processo, contaminado por armações e acusações falsas contra mim e a minha família.  Meus advogados já estão tomando as medidas cabíveis para que as verdades dos fatos venham à tona e prevaleçam, como sempre prevalecem. Tenho plena confiança em Deus e na Justiça que serei absolvido e os verdadeiros culpados identificados e punidos nos rigores da lei.

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