Lula e Flávio Bolsonaro, mantidas as condições de pressão e temperatura, disputarão o segundo turno em novembro próximo. O primeiro representa a traição de classe, o populismo cafajeste, falta compromisso com o interesse público, pouca disposição para o trabalho sério e muita ladroagem, desde sempre permitida para os familiares, amigos e quadrilheiros do PT.
Já o primogênito do golpista presidiário, de férias na Papudinha, encarna o punguista da lotação, o ladrão desavergonhado que apanha da polícia, a malandragem da rachadinha, da loja de chocolates para camuflar grana de ladroagem, com milhões de vendas sem comprovação, esquemas em postos de gasolina para pilhar cofres públicos, o uso da fé alheia para fins eleitoreiros, racismo, homofobia, e a negação da ciência e 700 mil mortes, causadas, em grande parte, pelo desleixo com a vacina.
Entre morrer espancado a murros, ou ser açoitado por um chicote com ossos humanos na ponta, o que o você leitor escolheria? Entre o empalamento ou ser cortado aos poucos, por uma faca cega, qual seria a melhor escolha? As escolhas são essas. Triste povo brasileiro, com tal futuro degradante, morimbundo e funesto.
Ganhe quem ganhar, entre esses dois criminosos, o Centrão continuará mandando e rindo debochadamente, comendo todo o orçamento, por meio das emendas secretas. Como já ocorre, boa parte de tais recursos serão desviados para os bolsos dos nobres edis. É bandalheira institucionalizada.
Lula e nem Flávio Bolsonaro projetam um Brasil altivo, com boa educação nas escolas públicas, serviços de saúde e segurança de qualidade. Veja a situação do Rio de Janeiro, tomado pelo crime organizado das facções, milícias e até por policiais corruptos. Situação similar ocorre no Ceará e na Bahia. O que tais despreparados podem apresentar para retomar territórios e garantir dignidade e bem-estar para o trabalhador e pagador de impostos? Só discurso sem lastro. Pois é.
Qual seria a saída? Um nome que pudesse representar anseios profundos da nação, com capacidade para dialogar e aglutinar antagônicos em prol do desenvolvimento genuíno do Brasil. Precisamos de representantes alçados ao poder com espírito público, tal como foi Itamar Franco, Marielle Franco, Enéas Carneiro, Betinho e Chico Mendes. E de lideranças religiosas do porte de Dom Helder Câmara, o pastor Jaime Wright, o rabino Henry Sobel e a irmã Dorothy Stang, e não de fariseus como Silas Malafaia, de extrema direita, e Henrique Vieira, do Psol.
Se Deus é brasileiro, Ele bem que poderia preparar uma alma elevada para termos um concorrente realmente honrado. Caso contrário, passaremos por mais anos de bravatas, atrasos sociais e desgraças.