Cidades RUIM DE SERVIÇO
Incêndio no setor de fisioterapia expõe precariedade em unidade de saúde de Mogi Guaçu
Fogo atingiu o prédio do CEM (Centro de Especialidades Médicas) nesta tarde; suspensão de atendimentos gera críticas à gestão de Rodrigo Falsetti sobre a manutenção do espaço
11/01/2026 16h43
Por: Zatum Notícias Fonte: Da Redação
Agentes do Corpo de Bombeiros foram até o local para acabar com o incêndio (Crédito: redes sociais)

Um princípio de incêndio assustou moradores e pacientes no início da tarde deste domingo (11), por volta das 13h. O incidente ocorreu em uma unidade de saúde localizada na região central, mobilizando o Corpo de Bombeiros após colunas de fumaça serem avistadas saindo por janelas e portas do imóvel.

Embora o fogo tenha sido controlado rapidamente e não existam registros de feridos, o episódio acende um alerta sobre a segurança das instalações públicas sob a responsabilidade do prefeito Rodrigo Falsetti (PSD). A falta de condições adequadas e de uma manutenção preventiva rigorosa no local ficou evidente com o sinistro, que resultou em danos materiais e na interrupção abrupta de serviços essenciais à população.

O setor de Fisioterapia foi o mais atingido pelas chamas. Em decorrência do ocorrido, a administração municipal confirmou que o espaço não apresenta condições de uso imediato. O titular da Secretaria de Saúde, Luciano Vieira, acompanhou os trabalhos das equipes de emergência ao lado do prefeito e anunciou a paralisação das atividades.

Estão suspensos por tempo indeterminado:

Todos os atendimentos do setor de Fisioterapia;

Consultas e exames no CEM (Centro de Especialidades Médicas);

Expediente administrativo na Secretaria de Saúde.

Questionamentos 
A presença de Rodrigo Falsetti no local do incidente foi vista por populares como uma medida paliativa diante de um problema estrutural. Críticos apontam que a segurança de prédios públicos deveria ser prioridade antes que sinistros dessa natureza ocorressem, colocando em risco a vida de servidores e usuários do sistema público de saúde.

As causas do incêndio ainda serão apuradas pela perícia técnica, mas o cenário de interdição reforça a percepção de que o espaço não vinha recebendo os cuidados necessários para garantir um ambiente seguro.