Cidades BADERNA
Paralisação em Paulínia é coordenada por partidos de esquerda
Políticos de outras cidades, como Campinas e Sumaré, também defendem a suspensão dos serviços públicos
11/11/2025 07h47
Por: Zatum Notícias Fonte: Da Redação
Gustavo Petta, de Campinas, defende paralisação em Paulínia (Crédito: reprodução)

A paralisação anunciada pela direção do STSPMP (Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Paulínia), nesta terça-feira (11), é apoiada e coordenada por militantes de siglas como o PT (Partido dos Trabalhadores) e PC do B (Partido Comunista do Brasil).

Por exemplo, o vereador de Campinas Gustavo Petta (PC do B) postou um vídeo defendendo a paralisação, que prejudica moradores de Paulínia, já que os serviços públicos deixarão de ser oferecidos. 

Outro que gravou vídeo defendendo a paralisação foi o candidato derrotado ao cargo de vereador Fábio Alves, que é dirigente do PC do B local.

O prefeito Danilo Barros (PL) publicou uma sequência de vídeos relatando que mantém posicionamento democrático, de diálogo com a categoria, e agradeceu as 200 manifestações na consulta pública realizada pela administração, referente às três leis propostas para o funcionalismo.

Danilo ainda relatou que a gestão trabalha para minimizar os prejuízos que a paralisação pode causar, ao longo do dia.  "A gente vê um movimento político, partidário muito grande", afirmou Danilo, na postagem no stories. 

A reportagem apurou que militantes de esquerda, de Campinas e Sumaré, deverão vir até Paulínia para a aparência de "muita gente" no ato.

O Poder Executivo apresentou medidas para modernizar o PCCV (Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos) dos servidores públicos. O atual plano, aprovado na gestão do ex-prefeito Dixon Carvalho, é criticado pela ampla maioria dos servidores, especialmente aqueles que trabalham no operacional e saúde, com aproximadamente quatro mil pessoas.Os apoiadores do plano em vigor pertencem à educação, e são cerca de 900 pessoas.