Cidades INVESTIGAÇÕES
Idosa encontrada morta e com sinais de violência guardava dinheiro em casa, em Mogi Mirim
Olga Gomes de Oliveira, de 67 anos, guardava dinheiro em casa e havia recebido na última quinta-feira (9)
13/10/2025 16h12 Atualizada há 9 meses
Por: Zatum Notícias Fonte: Redação
Caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária de Mogi Guaçu (Crédito: Zatum Notícias)

Olga Gomes de Oliveira, de 67 anos, guardava dinheiro em casa e havia recebido na última quinta-feira (9). Ela foi encontrada morta dentro de sua própria residência, no bairro Saúde, em Mogi Mirim, na manhã de domingo (12). 

De acordo com a Polícia Militar, o corpo da vítima apresentava ferimentos na cabeça e estava em um carrinho de mão, indicando possíveis sinais de violência. O irmão de Olga prestou depoimento às autoridades e revelou detalhes que podem auxiliar nas investigações sobre o desaparecimento da vítima. 

A descoberta foi feita por familiares, que acionaram a PM imediatamente ao se depararem com a cena. O caso foi registrado e as investigações foram assumidas pela Polícia Civil para apurar as circunstâncias da morte e identificar os responsáveis.

De acordo com ele, a irmã costumava guardar quantias em dinheiro dentro de casa e recebia visitas esporádicas de um conhecido chamado Jorge, que trabalhava como “marido de aluguel” e realizava pequenos serviços para ela.

A vítima morava sozinha e não havia indícios de que dividia a residência com outra pessoa. O celular de Olga foi apreendido pelos peritos e será analisado.

DINHEIRO

Segundo o irmão, Olga foi ao banco e teria levado para casa todo o valor que havia sacado. Não há câmeras de segurança nas proximidades do local.

No aplicativo WhatsApp, a vítima foi vista por última vez às 20h30 do dia anterior ao desaparecimento. Seu pijama foi localizado em cima da cama. O irmão também mencionou que Olga assinou recentemente um inventário no valor de R$ 160 mil. 

Em conversas recentes, ela teria contado que mantinha um envolvimento amoroso com um homem chamado Ronaldo, que já a visitara em casa algumas vezes. Os dois costumavam se encontrar em bailes e forrós.

O caso foi levado e registrado no plantão policial da CPJ (Central de Polícia Judiciária). A Polícia Civil agora trabalha para identificar possíveis suspeitos.