A manicure e moradora de Paulínia Débora Rodrigues dos Santos, conhecida nacionalmente como "Débora do Batom", por ter escrito "perdeu mané" na estátua da Justiça, em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal), em 8 de janeiro de 2022, pediu ao STF para receber a visita de três pastores.
O objetivo é receber "assistência religiosa". Ela se tornou um dos símbolos na luta pela anistia dos condenados pela depredação e tentativa de golpe que ocorreu na Praça dos Três Poderes.
Por meio de seus advogados, Débora indicou os pastores Areli Barbosa, Diego Ricardo de Azevedo e Felipe Matias de Jesus, para visitas às terças-feiras, das 18h30 às 21h, e às quintas-feiras, no mesmo horário.
Atualmente, Débora cumpre prisão domiciliar e está com tornozeleira eletrônica, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, entre outras restrições, como conceder entrevistas e fazer publicações em redes sociais. A moradora de Paulínia recebeu uma pena de 14 anos de prisão.
Diversos juristas afirmam que a condenação é injusta, já que a manicure teria "apenas rabiscado a estátua", e não participado do quebra-quebra e muito menos articulado um golpe de estado.
Quando foi liberada para cumprir a pena em sua residência, a PGR (Procuradoria Geral da República) foi favorável à medida.