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Homem que matou e arrancou coração da tia no MT irá se tratar na região
No ano de 2019, ele matou e arrancou o coração da tia na cidade de Sorriso, em Mato Grosso
25/06/2025 11h31 Atualizada há 1 ano
Por: Zatum Notícias Fonte: Redação
Lumar Costa da Silva irá se tratar em Campinas (Crédito: Divulgação)

A 2ª Vara Criminal do Poder Judiciário de Cuiabá determinou que Lumar Costa da Silva, de 34 anos vai continuar o tratamento em um Caps (Centro Integrado de Atenção Psicossocial à Saúde) de Campinas. No ano de 2019, ele matou e arrancou o coração da tia na cidade de Sorriso, em Mato Grosso.

A decisão da Justiça de Mato Grosso já foi cumprida e de acordo com o Portal G1 de Cuiabá, ele deixou o estado na sexta-feira (20). Após cometer o crime, ele ainda levou o coração da vítima e o entregou para uma filha dela.

Segundo a Justiça, apesar do diagnóstico de transtorno mental crônico e da periculosidade, a condição clínica de Lumar permite a mudança de cidade, desde que ele cumpra as seguintes regras:

Comparecimento mensal ao CAPS III, localizado em Campinas, a fim de ser submetido a tratamento ambulatorial na forma que a instituição sugerir, devendo ser apresentado relatório do cumprimento da medida;

Não se ausentar da Comarca de Campinas (SP), sem autorização da Justiça;

Não frequentar lugares inapropriados, como casa de prostituição, casa de jogos, bocas de fumo e locais similares;

Não ingerir bebida alcoólica ou fazer uso de qualquer espécie de substância entorpecente;

Segundo a reportagem, por não possuir mais familiares no Mato Grosso, Lumar veio pra Campinas, onde será ressocializado sob cuidados do pai, que deverá enviar relatórios periódicos à Justiça. 

Lumar matou Maria Zélia da Silva, de 55 anos, em julho de 2019, em Sorriso, a 420 quilômetros de Cuiabá. Ele deve passar por supervisão constante e um tratamento ambulatorial intensivo contínuo por período indeterminado.

A Justiça local o absolveu em junho de 2022. Na mesma sentença, ficou determinado que ficasse internado em hospital de custódia por prazo indeterminado por apresentar risco à sociedade.