Cidades ELEIÇÕES 2024
As 30 moedas dadas para Judas Iscariotes, o calvário de Cristo na cruz, o canto da sereia e as consequências para os traidores (Leia a coluna de Raoni Zambi)
Os traidores pagarão o preço, custe o que custar
02/10/2024 20h46 Atualizada há 2 anos
Por: Zatum Notícias Fonte: RAONI ZAMBI
Judas trai Jesus com um beijo. Pintura do século XIV no Collegiata de San Gimignano, Itália. (Crédito: jorisvo)

Traidores nunca se dão bem. É bíblico. Judas Iscariotes traiu Cristo por trinta moedas de prata. Na Santa Ceia, o desonesto deu um beijo na face do Messias, que serviu para revelar para os soldados romanos quem era o enviado de Deus. 

Depois da agonia do Nazareno no calvário, o filho de Satanás traidor foi atormentado por uma legião de demônios, encarnados em porcos, e se enforcou. Em Atos, consta que Judas pulou de um precipício, resultando na explosão do corpo. As entranhas ficaram espalhadas. 

A vida vai continuar. Aqueles que traíram, considerem que ofenderam a mim, um jornalista que sempre escreve a verdade, custe o que custar. Lembrarei de tudo, depois das eleições, antes das eleições ou quando cometerem qualquer deslize. 

Em minha carreira, derrubei prefeitos, vereadores, e vou derrubá-los, traidores, sem nenhum pudor. Tenho um jornal líder de audiência em Paulínia, e com leitores em toda a região. Cobrarei o preço dos ingratos. 

Quem me conhece, sabe quem sou. Além disso, tenho fontes em fóruns, delegacias, promotorias, policiais me abastecem com informações e sou querido por jornalistas que estão em diversas redações da região, que sempre repercutem o que peço. Quase sempre sei de tudo, de todos. E isso é o mínimo, a ínfima parte do problema que arrumaram para a existência trágica que terão na política. 

Talvez agora, deem risadas com as migalhas que receberam, mas chegará o momento do choro e ranger de dentes. Sou o tipo de pessoa que espera por até trinta anos para fazer Justiça. Se vingar, é um prazer inenarrável. 

Antes da próxima eleição, o Zatum publicará a cara safada e sem vergonha de todos os traidores, que começaram num grupo, e, depois, por conveniência financeira, foram para outro, no meio do pleito. Não haverá dó e remorso, só o meu ódio. Nunca serão nada, podemos até apostar.

Homero, poeta grego, narra  em Odisseia, um livro clássico escrito entre os séculos seis e oito antes de Cristo, que os companheiros de Odisseu, que voltavam da Guerra de Tróia para Ítaca, no meio do caminho, caíram no “canto das sereias”. Todos foram para uma ilha de fantasias e falso amor, atrás das ninfas, e morreram. Acreditar em discursos mentirosos sempre termina mal, especialmente quando o candidato está inelegível e é “Ficha Suja”. 

Já Maquiavel, grande analista político e fundador do pensamento político ocidentel, relatou no “O Príncipe” que o único motivo para para um governante trair seria a possibilidade de perder “o reino”, ou a vida. Caso contrário, a palavra empenhada deveria ser cumprida. Os canalhas traíram por merreca. Nem no mundo do crime traidores são aceitos. 

Tal como Judas, os companheiros de Odisseu e os príncipes sem palavra, com certeza, os traidores da atualidade não terão um bom final na política. Agora, o que resta é aguentar as consequências da cafajestice, pelos próximos anos, importante sempre ressaltar. Entendedores, entenderam.