O Psol de Campinas tem um militante chamado Renato Cesar Ferreira Fernandes que é um racista confesso e contumaz. Diversas pessoas pretas que conviveram com essa criatura abjeta relatam tais comportamentos criminosos. Para piorar, esse bandido é professor em escolas públicas da região. Se existir Justiça no mundo, haverá o banimento, pelo bem da educação e integridade física e psicológica dos estudantes.
Participei de uma reunião política com o racista e outras pessoas, e depois fui embora. Quando estava em casa, o bandoleiro me ligou e perguntou se eu havia subtraído a chave da casa dele, na surdina, para posteriormente assaltá-la. Fiquei assustado e disse que não. Nunca roubei nada em minha vida. Com muito esforço, e passando até fome e dormindo na rua em diversas ocasiões, estudei jornalismo na Puc-Campinas com bolsa integral do Prouni.
Renato finalizou a ligação afirmando que pessoas da minha etnia estavam “roubando em Barão Geraldo”, e que eu poderia fazer o mesmo na residência dele. Horas depois, o preconceituoso encontrou a chave no console de seu carro. Foi isso mesmo que aconteceu, e posso provar cada linha aqui escrita.
A insinuação de que “pessoas pretas” estavam roubando são criminosas, e reproduzem racismo estrutural. Fui acusado de pegar a chave da casa de Renato César para cometer um roubo somente por ser um homem negro. Na reunião, havia pessoas brancas e ninguém recebeu qualquer tipo de telefonema calunioso.
Se a polícia tivesse acreditado na estória dele, provavelmente eu não estaria aqui para redigir esse texto. Teria sido morto, ou com muita sorte, espancado para confessar que havia pego as chaves do “castelinho” do “pequeno burguês”, mesmo sendo inocente. O Psol e seus militantes agem dessa forma com as pessoas pretas. Apesar disso, para ganharem votos e cargos, no plano do discurso político, eles são especialistas em fazer média com a negritude.
Tenho as confissões de tais crimes do “professor” devidamente armazenadas, em conversas com o próprio pulha, no messenger do Facebook, e em outros aplicativos.
Guardei os diálogos, e, no momento certo, darei a devida publicidade. Adianto que estou encaminhando tudo para a Justiça e para a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. Um racista não pode continuar na sala de aula, na presença jovens estudantes negros. Ele é perigoso e será nocivo para os alunos, tal qual foi para mim. Veja abaixo uma confissão do racista do Psol:
Levei essa denúncia de racismo para a vereadora Mariana Conti (Psol). Ela, covardemente, ignorou tudo o que eu disse. Por qual motivo? Ela também é racista e concorda com os crimes de Renato César? E com qual legitimidade Mariana abordará temas relacionados ao racismo estrutural da tribuna da Câmara de Campinas? Toda vez que a canalha falar algo sobre preconceito racial, a colocarei em seu devido lugar.
Conti parlamentar é uma oportunista, que apenas usa pautas da comunidade afro-brasileira para promoção pessoal, e mais nada. Se ela tivesse algum interesse genuíno, teria me escutado. Aliás, como já mencionado, essa é a maneira do Psol agir.
O racismo é um crime grave, que causa sequelas físicas e emocionais por anos em suas vítimas. As minhas cicatrizes estão abertas, e vomitando ódio. Por anos, sofri calado com essa aberração. Mas agora, vou expor tudo e todos. Não fiz nada antes, a contento, pelo fato de não ter a força necessária. Entretanto, os dias de as contas serem acertadas chegaram. Todos os meses, este portal de notícias é lido por dezenas milhares de pessoas da região de Campinas.
Há ainda o caso da ladroagem no sindicato dos servidores de Paulínia, praticado por companheiros de Mariana Conti. Até crianças pequenas tiveram os braços quebrados por uma professora e militante psolista, em escolas municipais. Tais pessoas são perigosas, violentas, desequilibradas, mentirosas, hipócritas e capazes de tudo, tudo mesmo, para causarem danos para as pessoas e à sociedade. Mas não permitiremos. Para os oportunistas e racistas do Psol há Xangô, Orixá da Justiça; Ogum, das guerras; o Zatum, e as crônicas, com a verdade, de Raoni Zambi.