Por tudo que representa de odioso, Jair Messias Bolsonaro (PL) precisa ser banido do cenário político brasileiro. Declaradamente racista, homofóbico, machista, propagador de ódio contra a comunidade LGBTQIAP+, incentivador de invasões de territórios pertencentes aos povos originários, mentiroso, péssimo gestor público, responsável pela divulgação em massa de notícias falsas, e, o pior: o miliciano e ladrão da “rachadinha” não tem nehum apreço pela democracia.
O criminoso é uma ameaça permanente contra as instituições republicanas e coloca em risco, a cada fôlego e palavra proferida, o Estado Democrático de Direito.
Na pandemia, Bolsonaro além de atrasar em mais de 30 dias a vinda de vacinas que poderiam ter salvado a vida de pelo menos 100 mil brasileiros, o belzebu em forma de gente desdenhou dos acometidos pela covid-19, ao imitar de forma esdrúxula pessoas com falta de ar. O genocida não teve nenhuma empatia pelos milhares de mortos, e muito menos pelos familiares enlutados.
O crápula também promoveu aglomerações, disseminou o uso de medicamentos que comprovadamente não funcionam, e atuou de forma deliberada contra as vacinas garantidoras da vida.
Trata-se, sim, de crime de lesa-pátria. Neste domingo (16), o país chegou a 687 mil óbitos em decorrência do coronavírus. Apesar de contar com 3% da população mundial, o Brasil registrou 11% dos casos fatais da covid-19, conforme dados oficiais de organismos como a OMS (Organização Mundial de Saúde).
O bolsonarismo também deu muito poder e destaque para figuras tacanhas como Ricardo Salles, o falso ministro do Meio Ambiente que queria “passar a boiada” para jogar no chão a floresta Amazônica; Sérgio Camargo, o presidente da Fundação Palmares que atuava como um serviçal de racistas; Abraham Weintraub, aquele ex-ministro da Educação desdenhador da ciência e propagador de sandices como quando regurgitou que “as universidades públicas brasileiras são antros de maconheiros”.
Há também o amalucado e fascista Carluxo, o falecido “terraplanista” Olavo de Carvalho, a prevaricadora Damares Alves, o juiz suspeito e corrupto Sérgio Moro, o pastor metido em ladroagem no Ministério da Educação Milton Ribeiro, entre outros tantos obscurantistas, que, trocados por excremento humano são caros. Pelo bem de nossa jovem democracia e respeito à Carta Magna, todos precisam ser politicamente anulados, até o fim dos tempos.
Na economia, Paulo Guedes exibiu na prática o que significa aporofobia, ou o ódio contra pobres, ao reclamar da ascensão social das empregadas domésticas que viajavam à Disney, e, principalmente na prática, ao fazer uma gestão vergonhosa no Ministério da Economia, responsável por deixar milhares de compatriotas famintos.
A inflação de até 200% nos preços da carne e em itens da cesta básica fez com que assistíssemos brasileiros em filas gigantescas para pegar ossos e carcaças para cozinhar, ou revirando lixões em busca de restos de comida.
Fora a alta de até 100% nos preços dos combustíveis, entre o final do ano passado e meados de 2022, além do endividamento massacrante de milhares de dezenas de famílias. O tal neoliberalismo foi bom somente para o andar de cima, e olhe lá.
Assim, agora, no segundo turno é Lula ou barbárie. Portanto, você que lê este texto, dia 30 de outubro, faça um grande favor à nação: aperte 13 e “confirma” com toda a força do mundo!!!