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Semana começa em Paulínia com caos no transporte público

Prefeitura disse que

13/01/2020 20h07 Atualizada há 6 meses
Por: Zatum Notícias Fonte: Raoni Zambi
Ponto de ônibus lotado na região central (Crédito: Zatum Imagem)
Ponto de ônibus lotado na região central (Crédito: Zatum Imagem)

A segunda-feira (13) foi de caos para usuários do transporte público de Paulínia. Demoras de até duas horas nos pontos, falta de acessibilidade para PCDs (Pessoas Com Deficiência), ônibus quebrados, lotações, calor, dúvidas sobre itinerários, catraca livre de cobrança e falta de combustível, com funcionários da Terra Auto Viação manuseando diesel em galões no meio da rua, foram apenas alguns dos problemas registrados. 

Como era de esperar, a população reclamou bastante da situação. “É uma vergonha, um tapa na cara dos trabalhadores. Estou no ponto há uma hora e nada. Vou chegar atrasada do meu serviço”, disse a auxiliar de serviços gerais Maria Teresa Costa, 40 anos. 

O vendedor Jair Amaral Gomes, 34 anos, relatou que o ônibus que pegou no Monte Alegre ficou sem combustível. “Fui andando até o trabalho. Cheguei com a camisa molhada de suor e a minha chefe não gostou muito, com certa razão”, contou. 

Na terça-feira (14), a previsão é que a situação de desorganização continue, conforme apurou a reportagem com integrantes da administração. 

O governo Du Cazellato (PSDB) assinou contrato emergencial de 180 dias com a Terra em dezembro. Atualmente, a prefeitura paga R$ 1,45 de cada passagem e o usuário R$ 1. No contrato anterior, a prefeitura pagava R$ 1,85 por passagem. 

Em nota, o governo informou que monitora a situação desde sábado (11), com servidores e assessores de Cazellato. A reportagem não contato com nenhum representante da Terra. O espaço está aberto para manifestações. 

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