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Educação

Bolsonaro escolhe Campinas para instalar escola cívico-militar em 2020

Serão instaladas no Brasil, inicialmente, 54 escolas militares

21/11/2019 19h01
Por: Zatum Notícias
Fonte: Da Redação
No centro da imagem Abraham Weintraub, na coletiva de imprensa sobre o anúncio das escolas militares (Crédito: divulgação)
No centro da imagem Abraham Weintraub, na coletiva de imprensa sobre o anúncio das escolas militares (Crédito: divulgação)

O MEC (Ministério da Educação) anunciou na manhã desta quinta-feira (21), por meio de coletiva de imprensa em Brasília, as cidades brasileiras que terão escolas cívico-militares a partir de 2020. No estado de São Paulo, o governo de Jair Bolsonaro escolheu o município de Campinas.  “[As escolas] começam a funcionar já na volta às aulas. É um modelo que acreditamos que vai ter um amplo sucesso no Brasil”, afirmou o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Inicialmente, serão 54 instituições de ensino espalhadas por 23 estados e pelo Distrito Federal receberão o novo regime de estudo, informou o MEC.  

A região Norte será contemplada com 19 escolas. No Sul, serão 12 unidades e no Centro-Oeste, 10 instituições farão parte do programa. Além disso, outras oito escolas estarão no Nordeste e cinco no Sudeste.

Investimento

Em 2020, o MEC destinará R$ 54 milhões para levar o modelo cívico-militar para 54 escolas, sendo R$ 1 milhão por instituição de ensino. São dois modelos. Em um, de disponibilização de pessoal, o MEC repassará R$ 28 milhões para o Ministério da Defesa arcar com os pagamentos dos militares da reserva das Forças Armadas. Os outros R$ 26 milhões vão para o governo local aplicar nas infraestruturas das unidades com materiais escolares e pequenas reformas — nestas escolas, atuarão policiais e bombeiros militares, segundo o governo federal. 

O secretário de Educação Básica do MEC, Jânio Macedo, destacou que o objetivo do modelo de gestão não é militarizar o aluno. “Não se busca tolher a liberdade de comportamento, só um respeito maior a alunos e professores. É um pacto escolar. A comunidade, afinal, é ouvida no processo”, explicou.

Segundo o subsecretário de Fomento às Escolas Cívico-Militares do MEC, Aroldo Cursino, a ideia é dar maior atenção às condições do estudante. “Os militares vão atuar como monitores para trabalhar na sensação de pertencimento do aluno à escola”, disse.

Capacitação 

De militares a gestores, todos os envolvidos com o programa das escolas cívico-militares passarão por uma capacitação promovida pelo MEC, diz o governo. Antes do início das aulas, pontos focais das secretarias de Educação estaduais e municipais, diretores, professores, militares e profissionais de educação participarão de uma formação presencial e/ou a distância.

Entre os temas que serão abordados estão o projeto político-pedagógico, as normas de conduta, avaliação e supervisão escolar, além da apresentação das regras de funcionamento das escolas e as atribuições de cada profissional, afirma o governo. 

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